Chuva de Bala

ESPETÁCULO mostra a Resistência ao bando de Lampião

Adaptado do texto original do poeta potiguar e escritor Tarcísio Gurgel, o Chuva de Bala leva ao palco artistas locais com a sagrada tarefa de contar e cantar a história que enche de orgulho a todos os mossoroenses e norte-riograndenses.

De acordo com a história, foi no dia 12 de junho que o prefeito Rodolfo Fernandes recebeu a primeira comunicação informando sobre a chegada do bando de Virgulino Ferreira. Mesmo sendo alertado sobre o risco, Rodolfo Fernandes encaminhou bilhete endereçado ao próprio Lampião afirmando que os mossoroenses iam resistir. E resistiram.

Foi às 17h30 do dia 13 de junho que a cidade parou pra ouvir a chuva de balas que teria durado quase duas horas. Os cangaceiros encontraram uma trincheira montada em frente à Igreja de São Vicente, localizada no Centro de Mossoró.  Eram pouco mais de 80 cangaceiros contra cerca de 200 mossoroenses.

Um dos mais cruéis do bando, Jararaca, saiu ferido. Informações da época relatam que ele foi enterrado vivo no cemitério local. Lampião e seu bando fugiram.

A primeira cidade a resistir ao rei do cangaço possui uma representação emblemática. O fim do ataque é o começo de uma história que iria se espalhar por todo o Nordeste e marcar o início da queda do rei do cangaço.

Atores, atrizes, bailarinos, bailarinas, cantores e soldados do Tiro de Guerra, além de músicos, modelista, costureiras, aderecistas, cozinheiras, ferreiros, eletricistas, pintores, sonoplastas, engenheiro de som, motoristas, cantores e cantoras, sapateiros e porteiros, que juntos formam uma equipe de centenas de profissionais, produzindo com paixão a história do povo de Mossoró que atrai público de todo o mundo.